{"subject_id":"3a3cc48d009981febbe2cf2e42fed1fd","topico":"Complemento nominal × adjunto adnominal; aposto × vocativo; agente da passiva","stems":["Linguagem Simples é o nome dado no Brasil a um conjunto de técnicas de redação e de design da informação usadas para produzir textos claros para o público-alvo das comunicações oficiais. Quando falamos em “público-alvo”, estamos tratando especificamente da parcela da população a quem a informação se destina. Uma pessoa pode, por exemplo, redigir um texto para um site de câmara municipal com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo; um folheto sobre malária para uma população ribeirinha de baixa escolaridade; ou, ainda, um estudo legislativo para embasar o trabalho de um deputado. Em qualquer dessas situações, tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples. Embora no Brasil o termo “Linguagem Simples” tenha prevalecido, o mote da técnica não é exatamente “quanto mais simples, melhor”, mas “quanto mais claro, melhor”. Tendo-se em mente que a clareza, e não a simplicidade, é a meta última da técnica, é possível e desejável usá-la até mesmo para redigir um texto técnico para o público especialista em determinado assunto. Em casos como esse, trocar palavras difíceis por outras mais fáceis não será a primeira preocupação. A Linguagem Simples vai muito além da escolha de palavras. A técnica engloba diretrizes relacionadas à arquitetura da informação, à estrutura das frases e ao design, com o objetivo de reduzir o tempo e a dificuldade para o cérebro processar informações. Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue os itens seguintes.","A maior planície alagável do mundo está secando e ficando mais quente a um ritmo acelerado. Em quatro décadas, o pantanal, o menor bioma brasileiro, foi o que mais aqueceu e teve a maior redução na quantidade de chuvas. Essa dupla tendência, de mais calor e de menos pluviosidade, é visível em todos os ecossistemas nacionais — da amazônia, no Norte, que engloba quase metade da área do país, ao pampa, no Rio Grande do Sul, ainda que nesse bioma de forma bem menos perceptível. Entre 1985 e 2024, a temperatura média no bioma subiu 0,47 °C por década. Em quatro décadas, o aumento acumulado no pantanal chega a quase 1,9 °C. O ritmo de crescimento do aquecimento no pantanal é 60% superior ao calculado no mesmo período para o Brasil como um todo e para os biomas amazônia e cerrado, que abrangem quase três quartos da área nacional. A velocidade de subida dos termômetros no pantanal é ainda cerca do dobro da apresentada na caatinga e na mata atlântica e mais que o triplo da do pampa nos 40 anos analisados. Julgue os próximos itens, referentes ao texto precedente.","O streaming hoje não é apenas um canal de distribuição. Ele se tornou um modelo de consumo cultural, baseado na personalização, na conveniência e na acessibilidade. Os algoritmos ajudam a moldar a experiência de cada usuário, enquanto o conteúdo pode ser acessado a qualquer hora e em qualquer dispositivo. Além disso, o streaming reduziu as barreiras entre criadores, marcas e audiência. Com a explosão das plataformas sob demanda, a lógica da programação linear perdeu força. Hoje, a audiência se dispersa por uma infinidade de opções, e o grande público foi substituído por múltiplas comunidades de interesse. Considerando a organização do texto precedente, seus sentidos e sua estrutura gramatical, julgue os itens que se seguem.","Texto CG2A1 Um dos principais benefícios da comunicação não violenta (CNV) é a promoção da empatia e da compaixão entre as pessoas. Ao reconhecer as necessidades e os sentimentos dos outros, somos capazes de nos colocar em seus lugares e compreender suas perspectivas, o que facilita a resolução de conflitos e a construção de relações mais saudáveis. Como afirma Marshall Bertram Rosenberg, em sua obra Comunicação não violenta, “a CNV nos guia na reformulação do nosso modo de expressão e escuta dos outros, pela concentração em quatro áreas: o que observamos, o que sentimos, do que necessitamos e o que pedimos para nos enriquecer a vida”. A CNV promove uma escuta, um respeito e uma empatia profundos. Algumas pessoas usam a CNV para reagir compassivamente a si mesmas; outras, para estabelecer maior profundidade em suas relações pessoais, e outras, ainda, para gerar relacionamentos eficazes no trabalho ou na política. No mundo inteiro, utiliza-se a CNV para mediar disputas e conflitos em todos os níveis. Particularmente no que se refere à função ministerial, é preciso que se evite o que o autor chama de comunicação alienante da vida, isto é, “os juízos morais, que atribuem erro ou ruindade às pessoas que não agem conforme certos valores”. Com efeito, um órgão acusatório inevitavelmente terá que formular, de modo técnico, imputações acerca da prática de ilícitos (uma denúncia criminal narrará a prática de uma conduta que se amolda a um tipo penal), o que não significa, contudo, que os agentes públicos que integram a instituição estejam autorizados a proferir julgamentos morais. No modelo de um Ministério Público dialógico, ou seja, aquele que efetivamente se abre à interlocução com a sociedade, a CNV é fator que transforma o discurso em prática, pois propicia o diálogo face a face com os mais diferentes e antagônicos setores e, a partir disso, a construção de confiança e o desenvolvimento do compromisso e da compreensão comuns entre os atores envolvidos. De acordo com as ideias veiculadas no texto CG2A1, julgue os seguintes itens.\n\n\n\nJulgue os itens que se seguem, relativos a aspectos linguísticos do texto CG2A1.","Considerando os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue os itens a seguir.","De acordo com o Plano das Nações Unidas sobre Discursos de Ódio, a prática do discurso de ódio se caracteriza como um tipo de comunicação falada, escrita ou comportamental que ataca ou utiliza linguagem pejorativa ou discriminatória em referência a uma pessoa ou grupo, com base em fatores de identidade, como religião, etnia, gênero, entre outros. Diferentemente da desinformação (prática não intencional de compartilhamento de informações imprecisas), ou da distribuição intencional de informações falsas com o intuito de provocar dano, o discurso de ódio se expressa de forma violenta contra grupos delimitados. O discurso de ódio online pode ser reproduzido em diferentes formatos, mas geralmente contém características típicas do meio digital, como o anonimato do(a) autor(a), o alcance expandido do ataque, a instantaneidade da mensagem e a formação de comunidades em torno do discurso. Considerando aspectos linguísticos do texto precedente e as ideias nele veiculadas, julgue os itens que se seguem.","considere que todos os programas mencionados estão em O senso comum é acumulado ao longo da vida de cada um de nós e acaba sendo transmitido de geração em geração. É um tipo de conhecimento não científico, formado pelas nossas impressões subjetivas sobre o mundo, fruto das nossas experiências pessoais. Embora esse seja um tipo de conhecimento popular e prático que nos orienta no dia a dia, por não ser testado, verificado ou analisado por uma metodologia científica, permanece um alto grau de incerteza sobre a sua validade, ou seja, é um conhecimento tradicionalmente bem aceito, que pode ou não estar correto ou em consonância com a realidade. Trata-se, contudo, apenas de um mito, assim como muitos outros ensinados e perpetuados pela força da tradição e da crença, tal qual afirma Tolstói em sua obra Uma confissão: “Sei que a maior parte dos homens raramente são capazes de aceitar as verdades mais simples e óbvias se essas os obrigarem a admitir a falsidade das conclusões que eles, orgulhosamente, ensinaram aos outros, e que teceram, fio por fio, trançando-as no tecido da própria vida.”. É claro que a maioria das pessoas reconhece também que a ciência é importante e necessária, mas, ainda assim, temos dificuldade em abrir mão das nossas crenças e do nosso senso comum, mesmo quando necessário. Tendemos a nos manter fiéis àquilo que “testemunhamos com nossos próprios olhos”. Confiar nos “nossos olhos” — na nossa percepção pessoal — é um processo natural e compreensível, uma vez que essa é a ferramenta com que somos equipados “de fábrica” e que nos ajudou a sobreviver até aqui ao longo da nossa evolução. Julgue os itens subsequentes, referentes às características textuais e aos aspectos linguísticos do texto precedente, bem como às ideias nele veiculadas.","Uma curiosa característica da historiografia geral, política e social foi a relativamente pequena atenção dada à história da justiça ou, se quisermos ser mais limitados, à história do Poder Judiciário. Pode-se levantar uma hipótese: a justiça foi percebida como um poder alheio àquilo que se chamou comumente política a partir do século XIX, ou seja, a luta e a disputa para ocupar posições de governo, de mando em geral e de decisão em lugar dos outros. Uma segunda hipótese: os historiadores não se sentem à vontade com um campo muito específico, como são o direito e o dos juristas. O direito se constitui em esfera especial e profissional à qual se tem acesso apenas por meio de um curso universitário, enquanto a política permite acesso aos lugares de poder por meio de eleições e não exige, pois, nenhum preparo intelectual determinado. Qualquer um do povo pode ser político, mas nem todos podem ser juristas ou juízes profissionais. Julgue os itens que se seguem, relativos ao conteúdo do texto precedente e a aspectos linguísticos a ele pertinentes.","A respeito dos direitos e das garantias fundamentais e da administração pública, julgue os itens a seguir.","Texto CB1A2 A expressão racismo ambiental foi criada na década de 80 do século passado pelo Dr. Benjamin Franklin Chavis Jr., em meio a protestos contra o depósito de resíduos tóxicos no condado de Warren, no estado da Carolina do Norte (EUA), onde a maioria da população era negra. De acordo com a pensadora negra brasileira Tania Pacheco, o racismo ambiental é constituído por injustiças sociais e ambientais que recaem de forma implacável sobre etnias e populações mais vulneráveis. Não se configura apenas por meio de ações que tenham uma intenção racista, mas, igualmente, por meio de ações que tenham impacto “racial”, não obstante a intenção que lhes tenha dado origem. No Brasil, nas cidades e nos centros urbanos, o racismo ambiental tem um impacto significativo na população que vive em favelas e periferias, onde historicamente a maioria da população é negra. A falta de acesso a serviços básicos, como água potável e saneamento, de estrutura urbana e de condições de moradia digna afeta a saúde e a qualidade de vida dos moradores e agrava ainda mais os impactos das mudanças climáticas, ocasionando enchentes e deslizamentos. Algumas medidas que podem ser tomadas para diminuir o racismo ambiental incluem a criação de políticas públicas que levem em conta as desigualdades sociais e econômicas, a garantia do direito à participação das comunidades afetadas na tomada de decisão, a promoção da educação ambiental e a valorização do conhecimento tradicional das comunidades. Em relação às ideias veiculadas no texto CB1A2, julgue os itens que se seguem.\n\n\n\nA respeito de aspectos linguísticos do texto CB1A2, julgue os próximos itens.","Atualmente, a mulher madura enfrenta enormes desafios. Um deles é a carreira. Hoje, no Brasil, há mais de 55 milhões de pessoas com 50 anos ou mais de idade, dos quais a maioria são mulheres. Nessa fase da vida, boa parte das pessoas enfrenta dificuldade de ingresso — ou reingresso — no mercado de trabalho. A despeito das políticas afirmativas nas empresas para a população mais madura, há uma lacuna crescente entre a necessidade de recolocação e o apetite das organizações para contratar pessoas pertencentes a esse segmento da sociedade. No caso das mulheres, o cenário é ainda mais desafiador, dado que a renda feminina, ao longo da vida profissional, é historicamente menor que a do homem, o que requer da mulher esforço adicional para o equilíbrio orçamentário e resulta em menor capacidade de poupança no longo prazo. No mundo dos investimentos, o cenário é igualmente crítico. Pesquisa da Associação dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), mostra que atualmente 65% das mulheres com mais de 45 anos de idade não têm nenhum investimento financeiro. Quando pensam sobre aposentadoria, 18% delas desejam se aposentar antes dos 60 anos e a metade, entre 60 e 70 anos. Porém, impressiona o fato de 12% delas acreditarem que, com a aposentadoria, os recursos que as sustentarão virão do trabalho ativo. 65% dessas mulheres depositam as esperanças no INSS. Esses números mostram que a independência financeira da mulher madura está longe de ser alcançada. Na equação em que as variáveis tempo e dinheiro são fundamentais, a escassez da primeira vai obrigatoriamente onerar a segunda. Considerando as ideias, a estrutura linguística e o vocabulário do texto precedente, julgue os próximos itens.","Há muitas especulações sobre qual meio de transporte teria sido “inventado” primeiro, desde o início da evolução humana, antes mesmo do surgimento da escrita. Referentemente a esse período, o fato é que muito pouco pode ser comprovado, o que nos deixa com algumas hipóteses e poucas certezas. É provável que o ser humano tenha pensado em formas de solucionar problemas como transportar sua caça ou transpor obstáculos, mas afirmar com exatidão que isso se transformou em algum meio de transporte da forma como conhecemos hoje é bem mais complicado. Sabemos que o homem pré-histórico se deslocava em função do clima e da oferta de alimentos. Os pés humanos foram os primeiros responsáveis por esses deslocamentos. A melhor solução para o transporte a partir dessa época surgiu com a domesticação de animais selvagens. O homem pode ter notado a facilidade de lidar com determinadas espécies animais a ponto de utilizar sua força para transportar seus pertences. Julgue os itens subsequentes, em relação aos sentidos e aspectos linguísticos do texto precedente.","Texto CB1A1-III Toda língua satisfaz à necessidade humana de comunicação. Embora muitas pessoas do mundo de hoje sejam tentadas a gastar mais tempo em mídias sociais do que talvez deveriam, é o impulso das trocas linguísticas que as está levando a essa situação. Não importa o quão ocupadas algumas pessoas estejam, é difícil não participarem de alguma conversa na tela à sua frente, para opinar sobre assuntos dos quais elas sabem pouco e se importam menos ainda. Seja por meio de conversas informais, da absorção de informações vindas da televisão, da discussão de jogos ou da leitura/escrita de romances, falar e escrever conecta os humanos, de modo ainda mais íntimo, em uma comunidade. Julgue os itens a seguir, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1-III.","Texto CG1A1-I Em 721, um concílio romano presidido pelo papa Gregório II proibiu o casamento com uma commater, isto é, a madrinha de um filho, ou a mãe de um filho de quem se fosse padrinho. Isso levou o papado a se alinhar com a legislação promulgada, algumas décadas antes, em Bizâncio. A adoção marcadamente rápida desses princípios sugere que o clero franco já sustentava concepções similares. Isso é ilustrado por um caso curioso contado por um clérigo franco anônimo, em 727. Ele censurava a maneira traiçoeira pela qual a infame concubina Fredegunda havia conseguido se tornar a esposa legal do rei Quilpérico. Durante uma longa ausência do rei, ela persuadira sua rival, a rainha Audovera, a tornar-se madrinha da própria filha recém-nascida. Assim, a ingênua Audovera foi subitamente transformada na commater de seu próprio marido, impossibilitando qualquer relação conjugal posterior e deixando o caminho livre para Fredegunda. Essa artimanha mostra que, poucos anos após o concílio romano de 721, o autor anônimo e seu público estavam bem familiarizados com os impedimentos derivados do parentesco espiritual. Não fosse o caso, seria impossível acusar Fredegunda de seu ardiloso truque. As cartas do missionário Bonifácio conferem testemunho adicional a esse fato. Em 735, ele perguntou ao bispo escocês Pethlem se era permitido que alguém se casasse com uma viúva que era mãe de seu afilhado. “Todos os padres da Gália e na terra dos francos afirmavam que isso era um pecado grave”, escreveu ele. Soava-lhe estranho, já que ele nunca ouvira falar nisso antes. A questão devia preocupá-lo porque, no mesmo ano, escreveu a respeito para dois outros clérigos anglo-saxões. Evidentemente, o missionário até então não estava familiarizado com esse impedimento ao casamento, embora o clero continental, a quem ele se dirigia, considerasse a questão muito grave. Considerando os sentidos e as ideias do texto CG1A1-I, julgue os itens a seguir.\n\n\n\nEm relação às estruturas morfossintáticas do texto CG1A1-I, julgue os próximos itens.","Texto CG1A1-I Na Índia do século XX, Gandhi usou a roca de fiar para valorizar as práticas e os costumes tradicionais como instrumentos de inclusão social do seu povo, ao proporcionar-lhe realizar um ofício de forma sustentável. Esse uso faz que a roca seja considerada a primeira “tecnologia apropriada” do mundo. No Brasil, o movimento da “tecnologia apropriada” é conhecido como “tecnologia social”. Tecnologia social é entendida como um conjunto de técnicas e metodologias transformadoras, desenvolvidas e(ou) aplicadas na interação com a população e apropriadas por ela, que representam soluções para a inclusão social e para a melhoria das condições de vida. O conceito de tecnologia social remete a uma proposta inovadora de desenvolvimento, considerando uma abordagem ativista de participação coletiva no processo de implantação, organização e desenvolvimento, aliando saber popular, cooperação social e conhecimento técnico-científico. Ela tem como base a disseminação de soluções para problemas voltados a demandas de renda, trabalho, educação, conhecimento, cultura, alimentação, saúde, habitação, recursos hídricos, saneamento básico, energia, ambiente, igualdade de raça e gênero, por exemplo, sendo importante, essencialmente, que essas soluções sejam efetivas, reaplicáveis e que promovam a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida das populações em situação de vulnerabilidade social. Por fim, o conceito de tecnologia social (TS) estabelece quatro dimensões: 1) conhecimento, ciência, tecnologia; 2) participação, cidadania e democracia; 3) educação; 4) relevância social. A respeito das ideias do texto CG1A1-I e de suas características estruturais, julgue os itens a seguir.\n\n\n\nNo que se refere aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto CG1A1-I, julgue os itens que se seguem.","Uma das maiores festividades do Brasil! Essa é a Festa Nacional da Uva, o mais dinâmico símbolo de Caxias do Sul e da Serra Gaúcha. O evento comunitário é uma celebração da cultura dos imigrantes italianos, que fizeram da região sua morada. Em cada edição, milhares de pessoas ficam imersas na cultura, gastronomia, diversidade e alegria. No ano de 2022, não foi diferente. Mais de 350 mil pessoas visitaram a festa e se encantaram com as inúmeras atrações que valorizaram a gente e a cultura do lugar, como a vila dos distritos, a praça das cidades, a exposição de uvas, o pavilhão da agroindústria e os mais de 150 artistas regionais. Em termos de gastronomia, além dos restaurantes já existentes nos pavilhões, a vila dos distritos, a praça de alimentação e a praça das doceiras convidavam os visitantes a se deliciarem com opções que iam da típica polenta brustolada até o crepe, bem como com inúmeras opções de doces. A feira multissetorial contou com a presença de mais de 250 expositores de diversos segmentos. O centro de eventos recebeu expositores de vinícolas tradicionais da Serra Gaúcha, além de cervejarias, que também expuseram seus produtos no inédito bier garden, no mirante da festa. Além disso, o centro de eventos recebeu a praça das cidades, atração que reuniu 20 cidades vizinhas para mostrarem um pouco de sua cultura, sua arte, sua história e seus encantos. A tradicional exposição de uvas também aconteceu e foi um sucesso! Mais de 200 expositores apresentaram exemplares de diversas variedades da estrela da festa: a uva. A inovação e a tecnologia estiveram presentes no solo de inovação, atração inédita que trouxe diversas palestras, workshops, desafios e muitas oportunidades de colocar a mão na massa e vislumbrar uma infinidade de possibilidades para o futuro. Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue os itens seguintes.","Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não experimentei, quando simples criança me propunham vida reta e obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar no mundo e me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e da cobiça dos homens. Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras, cuja utilidade eu, infeliz, ignorava. Todavia, batiam-me se no estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas grandes louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na vida tinham traçado estas vias dolorosas, por onde éramos obrigados a caminhar, multiplicando os trabalhos e as dores aos filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível, que éreis alguma coisa de grande e que podíeis, apesar de invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer-nos. Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio e refúgio”, desembaraçando-me das peias da língua para Vos invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, pedia-Vos que na escola não fosse açoitado. Quando me não atendíeis — “o que era para meu proveito” —, as pessoas mais velhas e até os meus próprios pais, que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos açoites — o meu maior e mais penoso suplício. Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e aprendendo as lições com menos cuidado do que de nós exigiam. Senhor, não era a memória ou a inteligência que me faltavam, pois me dotastes com o suficiente para aquela idade. Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam procediam de modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se negócios; e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são punidas pelos grandes, sem que ninguém se compadeça da criança, nem do homem, nem de ambos. Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir.","informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão e que não há restrições de É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome? “Posso ajudá-lo, cavalheiro?” “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...” “Pois não?” “Um... como é mesmo o nome?” “Sim?” “Pomba! Um... um... Que cabeça a minha! A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima.” “Sim, senhor.” “O senhor vai dar risada quando souber.” “Sim, senhor.” “Olha, é pontuda, certo?” “O quê, cavalheiro?” “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta; a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?” “Infelizmente, cavalheiro...” “Ora, você sabe do que eu estou falando.” “Estou me esforçando, mas...” “Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?” “Se o senhor diz, cavalheiro.” Acerca das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir.","Já dizia Machado de Assis que “De médico e louco todo mundo tem um pouco”. O ditado ficou famoso pelo livro O Alienista, de 1882, que faz um debate sobre a loucura. Uma frase parecida é da nordestina Nise da Silveira, grande admiradora do autor brasileiro: “Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas muito ajuizadas”. Nise Magalhães da Silveira ajudou a escrever e revolucionar a história da psiquiatria no Brasil e no mundo. Nascida no ano de 1905 em Maceió – AL, ela ficou conhecida por humanizar o tratamento psiquiátrico e era contrária às formas de tratamento agressivas usadas em sua época, como o eletrochoque. Inspirada em Carl Jung, um dos pais da psiquiatria, Nise foi uma das primeiras mulheres a se formar em medicina no Brasil. Em meados de 1940, ela foi pioneira na terapia ocupacional, método que utiliza atividades recreativas no tratamento de distúrbios psíquicos. A alagoana se destacou por usar a arte como uma forma de expressão e de dar voz aos conflitos internos vivenciados principalmente pelos esquizofrênicos. Em 1956, Nise fundou a Casa das Palmeiras, um passo na direção da luta contra os hospícios, que chegaria a seu ápice com a Lei Antimanicomial, de 2001. A partir do esforço da psiquiatra e de seus pacientes, foi criado o Museu do Inconsciente, aberto até hoje no Rio de Janeiro junto ao Instituto Municipal Nise da Silveira, atual nome do Centro Psiquiátrico de Engenho de Dentro, onde a médica construiu seu projeto. Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue os itens subsequentes.","Texto CB2A1-I Assim como cidadania e cultura formam um par integrado de significações, cultura e territorialidade são, de certo modo, sinônimos. A cultura, forma de comunicação do indivíduo e do grupo com o universo, é herança, mas também um reaprendizado das relações profundas entre o ser humano e o seu meio, um resultado obtido por intermédio do próprio processo de viver. Incluindo o processo produtivo e as práticas sociais, a cultura é o que nos dá a consciência de pertencer a um grupo, do qual é o cimento. É por isso que as migrações agridem o indivíduo, roubando-lhe parte do ser, obrigando-o a uma nova e dura adaptação em seu novo lugar. Desterritorialização é frequentemente outra palavra para significar alienação, estranhamento, que são, também, desculturização. Esse processo é, também, o que comanda as migrações, que são, por si sós, processos de desterritorialização e, paralelamente, processos de desculturização. O novo ambiente opera como uma espécie de denotador. Sua relação com o novo morador se manifesta dialeticamente como territorialidade nova e cultura nova, que interferem reciprocamente, mudando paralelamente territorialidade e cultura, e mudando o ser humano. Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB2A1-I, julgue os seguintes itens.\n\n\n\nCom relação aos aspectos linguísticos do texto CB2A1-I, julgue os itens que se seguem.","Texto CB1A2-I O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força? Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação. Julgue os itens a seguir, com base nas ideias do texto CB1A2-I.\n\n\n\nJulgue os itens subsequentes, relativos aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I.","Texto CB1A1-II da mistura. Louva-se a tendência brasileira à assimilação do que é significativo e importante das outras culturas. O Brasil na formação da nacionalidade, exaltando o enriquecimento cultural e a ausência de fronteiras de nossa cultura. De nosso Trata-se evidentemente de uma autodescrição da cultura brasileira. Há então todo um culto à mulata, representante por tolerância; do convívio harmônico de culturas que se digladiam em outras partes do mundo. A identidade nacional está No entanto, a decantada mistura brasileira não é indiscriminada, ela é seletiva. Há sistemas que não são aceitos nacional, não há a ideia da mistura das três raças, que hoje se consideram constitutivas da nacionalidade, mas somente dos não era desejável, pois se tratava de escravos. Acerca das ideias e dos sentidos do texto CB1A1-II, julgue os itens a seguir.\n\n\n\nA respeito dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue os itens subsecutivos.","Com relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens que se seguem.","objetivas. ANVISA = Agência Nacional de Vigilância Sanitária; CF = Constituição da República de 1988; OMS = Organização Mundial de Saúde; SUS = Sistema Único de Saúde; TCU = Tribunal de Contas da União. Texto para os itens de 1 a 6 cujo característico maior é ser sadio. Há um silêncio literário a respeito, contrapartida ao silêncio dos órgãos — uma das não tem voz. Para muitas pessoas, estar sadio é simplesmente, e ao contrário do que pretende a OMS, não estar doente. Mas Para falar de saúde, precisamos aprender o idioma da saúde. Não é fácil. A própria palavra “saúde”, que usamos babaca até. “É o mais tolo vocábulo em nosso idioma”, disse, com desprezo, o iconoclasta Oscar Wilde. nosso estilo de vida. No começo, lutamos contra a inércia. Mas então vem aquilo que poderíamos chamar de “salto de Passamos a dialogar com nosso corpo e, para nossa surpresa, descobrimos que esse é um diálogo gratificante. Sabem-no bem sensação de bem-estar que se tem depois é algo extraordinário. São as endorfinas? Bem, então são as endorfinas. Se o corpo se voz do corpo grato. No que se refere às ideias e às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens seguintes.","Texto para os itens de 12 a 16 medicamentos de referência e medicamentos genéricos. Os de referência são desenvolvidos e comercializados por enquanto seus genéricos são produzidos por outros laboratórios, geralmente após o fim da patente exclusiva. Do medicamentos são de referência ou genéricos, eles devem ser eficientes, conter as doses do princípio químico ativo tóxicas. Para farmácias, hospitais e órgãos governamentais, ambos devem ser estáveis e suportar armazenamento em sejam bem mais baratos. Os genéricos, que, de início, aderiam a todos os todo o mundo. Milhões de pessoas com baixo poder aquisitivo tiveram acesso a medicamentos pela primeira vez. No entanto, o risco da disseminação descontrolada de medicamentos de qualidade questionável. Um dos perigos desse comércio ilícito, Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto, julgue os próximos itens.","A respeito das estruturas linguísticas do texto precedente, julgue os itens subsequentes.","Tendo como referência os aspectos gramaticais do texto, julgue os próximos itens."],"questions":[{"id":"a775c8173a7c","number":7,"stem":0,"statement":"No segundo parágrafo, os termos preposicionados “por cidadãos com ensino médio completo” (segundo período) e “do uso da Linguagem Simples” (último período) desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem — ambas na voz passiva.","answer":"E","source":{"slug":"CD_25_NS","ano":2025},"explanation":{"verdict_reason":"'com o objetivo de que seja compreendido por cidadãos com ensino médio completo' está na voz passiva, e o termo em 'por' designa quem compreende: é agente da passiva. Já 'tanto o público como a instituição vão se beneficiar do uso da Linguagem Simples' não é passiva coisa nenhuma — 'beneficiar-se de' é pronominal e transitivo indireto, e o termo é objeto indireto. As funções diferem, e a segunda oração nem sequer está na voz passiva.","distortion_type":"troca_de_termo","distorted_span":"desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem — ambas na voz passiva","corrected_statement":"No segundo parágrafo, os termos preposicionados “por cidadãos com ensino médio completo” (segundo período) e “do uso da Linguagem Simples” (último período) desempenham funções sintáticas distintas nas orações em que ocorrem: agente da passiva e objeto indireto, respectivamente.","concept":"Agente da passiva × objeto indireto de verbo pronominal","citation":null,"trap_note":"Voz passiva exige verbo auxiliar mais particípio e sujeito paciente. Pronome se junto de verbo não basta: beneficiar-se, tratar-se e referir-se são pronominais de regência indireta, não passivas."}},{"id":"4bf48088b7a6","number":10,"stem":1,"statement":"O termo “brasileiro” (segundo período do primeiro parágrafo) desempenha a mesma função sintática dos termos “amazônia” e “cerrado” (terceiro período do segundo parágrafo): o primeiro modifica o nome “bioma”, e os dois últimos, “biomas”.","answer":"E","source":{"slug":"CD_25_NS","ano":2025},"explanation":{"verdict_reason":"'o pantanal, o menor bioma brasileiro': o adjetivo concorda com 'bioma' e restringe o seu sentido — é adjunto adnominal. Já em 'os biomas amazônia e cerrado', os dois nomes próprios não qualificam coisa alguma: identificam quais biomas são esses, designando o mesmo referente do termo anterior, e por isso são aposto especificativo. Modificar um nome e identificar um nome são funções diferentes.","distortion_type":"troca_de_termo","distorted_span":"desempenha a mesma função sintática dos termos “amazônia” e “cerrado”","corrected_statement":"O termo “brasileiro” (segundo período do primeiro parágrafo) desempenha função sintática distinta da dos termos “amazônia” e “cerrado” (terceiro período do segundo parágrafo): o primeiro é adjunto adnominal de “bioma”, e os dois últimos são aposto especificativo de “biomas”.","concept":"Adjunto adnominal × aposto especificativo","citation":null,"trap_note":"Adjunto adnominal qualifica ou determina o nome; aposto especificativo diz qual é o nome, designando o mesmo ser. O aposto pode substituir o termo anterior; o adjunto, nunca."}},{"id":"7dccb5562602","number":11,"stem":2,"statement":"A expressão “por múltiplas comunidades de interesse” (último período do texto) funciona sintaticamente como adjunto adverbial de meio.","answer":"E","source":{"slug":"TELEBRAS_25","ano":2025},"explanation":{"verdict_reason":"O período é 'o grande público foi substituído por múltiplas comunidades de interesse'. A locução 'foi substituído' está na voz passiva analítica, e o termo introduzido por 'por' designa quem pratica a ação: são as comunidades que substituem o grande público. Isso é agente da passiva, não adjunto adverbial. A conversão para a ativa resolve: múltiplas comunidades de interesse substituíram o grande público.","distortion_type":"troca_de_termo","distorted_span":"funciona sintaticamente como adjunto adverbial de meio","corrected_statement":"A expressão “por múltiplas comunidades de interesse” (último período do texto) funciona sintaticamente como agente da passiva.","concept":"Agente da passiva × adjunto adverbial introduzido por por","citation":null,"trap_note":"A preposição por introduz meio, causa, tempo e agente da passiva. O que decide não é a preposição: é o verbo. Havendo locução passiva, converta para a voz ativa e veja se o termo vira sujeito."}},{"id":"3e950fcc94bc","number":12,"stem":3,"statement":"Na citação apresentada no terceiro período do primeiro parágrafo, o segmento ‘dos outros’ complementa o sentido dos substantivos ‘expressão’ e ‘escuta’.","answer":"E","source":{"slug":"MP_CE_25_SERVIDOR","ano":2025},"explanation":{"verdict_reason":"A citação diz 'a reformulação do nosso modo de expressão e escuta dos outros'. O modo de expressão é declaradamente nosso — o possessivo já o determina —, e quem se ouve é o outro: o segmento completa apenas 'escuta', que é o nome cujo paciente são os outros. Estender o complemento também a 'expressão' produziria a leitura contrária à do texto, segundo a qual exprimiríamos os outros.","distortion_type":"escopo_ampliado","distorted_span":"complementa o sentido dos substantivos ‘expressão’ e ‘escuta’","corrected_statement":"Na citação apresentada no terceiro período do primeiro parágrafo, o segmento ‘dos outros’ complementa o sentido do substantivo ‘escuta’.","concept":"Alcance do complemento nominal em nomes coordenados","citation":null,"trap_note":"Quando dois nomes vêm coordenados e um só termo preposicionado os segue, verifique se o complemento serve mesmo aos dois: leia cada nome sozinho com o complemento e veja se a frase continua dizendo o que o texto diz."}},{"id":"cdd04606e89a","number":7,"stem":4,"statement":"Nas orações em que ocorrem, as expressões ‘o cliente sempre tem razão’ (primeiro período do primeiro parágrafo) e “direito do consumidor” (primeiro período do quarto parágrafo) desempenham a mesma função sintática.","answer":"C","source":{"slug":"CPNUJE_24","ano":2024},"explanation":{"verdict_reason":"'O aforismo o cliente sempre tem razão é bastante conhecido' e 'A expressão direito do consumidor tem sentido de conjunto de normas': nos dois casos o núcleo do sujeito é o nome genérico — aforismo, expressão — e o segmento seguinte, sem pontuação que o isole, diz qual é esse aforismo e qual é essa expressão. Ambos são aposto especificativo, e a ausência de vírgula é a marca do tipo.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Aposto especificativo depois de nome genérico","citation":null,"trap_note":"Depois de palavra, termo, expressão, aforismo, cidade ou rio, o que vem sem vírgula é aposto especificativo — e o núcleo continua sendo o nome genérico, com o qual o verbo concorda."}},{"id":"7b8e37bd957c","number":10,"stem":5,"statement":"Os termos “da desinformação” (segundo período do primeiro parágrafo) e “de comunidades em torno do discurso” (final do segundo parágrafo) desempenham, nas orações em que respectivamente ocorrem, a mesma função sintática.","answer":"C","source":{"slug":"TRF6_24","ano":2024},"explanation":{"verdict_reason":"'Diferentemente da desinformação' — o advérbio em -mente rege de e o termo que o segue o completa: complemento nominal de advérbio. 'a formação de comunidades em torno do discurso' — as comunidades são aquilo que se forma, paciente do substantivo abstrato 'formação': complemento nominal de substantivo. Advérbio e substantivo são nomes para efeito dessa análise, e a função é a mesma nos dois.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento nominal de advérbio e de substantivo abstrato","citation":null,"trap_note":"Formação, disseminação, investigação, construção, redução: substantivos deduzidos de verbo herdam a regência do verbo, e o termo que os segue costuma ser o paciente, logo complemento nominal."}},{"id":"ca38ca079132","number":11,"stem":6,"statement":"As orações ‘de aceitar as verdades mais simples e óbvias’ (segundo período do segundo parágrafo) e “em abrir mão das nossas crenças e do nosso senso comum” (primeiro período do terceiro parágrafo) desempenham a mesma função sintática nos períodos em que ocorrem.","answer":"C","source":{"slug":"CNJ_24","ano":2024},"explanation":{"verdict_reason":"'capazes de aceitar as verdades mais simples e óbvias': o adjetivo 'capazes' exige complemento e a oração preposicionada o fornece. 'temos dificuldade em abrir mão das nossas crenças': o substantivo abstrato 'dificuldade' exige igualmente um complemento, introduzido por em. Nos dois casos há uma oração subordinada substantiva completiva nominal, isto é, a mesma função sintática, ainda que os nomes completados sejam de classes diferentes.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Oração subordinada substantiva completiva nominal","citation":null,"trap_note":"Uma oração pode exercer função de complemento nominal exatamente como um sintagma. Reduza-a a um nome (capaz disso, dificuldade nisso) e a classificação aparece."}},{"id":"104f9cd72c66","number":13,"stem":7,"statement":"O termo “àquilo” (segundo parágrafo) e o segmento “aos lugares de poder” (segundo período do terceiro parágrafo) complementam, respectivamente, o sentido de um adjetivo e de um substantivo, por isso desempenham, nas orações em que se inserem, a função sintática de complemento nominal.","answer":"C","source":{"slug":"TRF6_24","ano":2024},"explanation":{"verdict_reason":"'a justiça foi percebida como um poder alheio àquilo que se chamou comumente política': 'alheio' é adjetivo de regência fixa em a e exige o termo que o segue. 'a política permite acesso aos lugares de poder': 'acesso' é substantivo abstrato e os lugares são aquilo a que se acede, seu paciente. Termo preposicionado exigido por adjetivo e termo preposicionado exigido por substantivo recebem o mesmo nome, complemento nominal, porque adjetivo e substantivo são ambos nomes.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento nominal de adjetivo e de substantivo: mesma função","citation":null,"trap_note":"A função é a mesma qualquer que seja a classe do nome completado. O item que junta um adjetivo e um substantivo na mesma afirmação costuma ser Certo, não Errado."}},{"id":"f441ea052908","number":16,"stem":8,"statement":"Ação para reparação de danos causados por agente público deve ser ajuizada contra o Estado ou, quando cabível, contra a pessoa jurídica privada prestadora de serviço público, sendo parte ilegítima passiva o autor do ato danoso.","answer":"C","source":{"slug":"ANM_24","ano":2024},"explanation":{"verdict_reason":"A responsabilidade civil por ato de agente público é objetiva e recai sobre a pessoa jurídica de direito público ou sobre a de direito privado prestadora de serviço público, que só depois exerce o direito de regresso contra o agente. O Supremo Tribunal Federal firmou, no Tema 940, a teoria da dupla garantia: a vítima deve ajuizar a ação contra o ente, e o agente causador do dano não pode ser demandado diretamente, sendo parte ilegítima para figurar no polo passivo.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Teoria da dupla garantia: ação contra o ente, regresso contra o agente","citation":"CF, art. 37, § 6.º; STF, RE 1.027.633 (Tema 940)","trap_note":"A dupla garantia protege os dois lados: o particular tem devedor solvente e o agente só responde perante a Administração, em ação de regresso condicionada a dolo ou culpa."}},{"id":"a81c7bf7b5e6","number":18,"stem":9,"statement":"No segundo período do terceiro parágrafo, o segmento “de estrutura urbana e de condições de moradia digna” integra o complemento do termo “falta”.","answer":"C","source":{"slug":"FNDE_24_PSS","ano":2024},"explanation":{"verdict_reason":"O período traz 'A falta de acesso a serviços básicos, como água potável e saneamento, de estrutura urbana e de condições de moradia digna'. Os três sintagmas iniciados por 'de' estão coordenados entre si e dependem todos do mesmo substantivo abstrato: falta de acesso, falta de estrutura urbana, falta de condições. São aquilo que falta, portanto o paciente do nome, e integram o seu complemento.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complementos nominais coordenados sob o mesmo substantivo","citation":null,"trap_note":"Termos coordenados dependem do mesmo núcleo, ainda que separados por longas intercalações. Apague o material entre vírgulas e leia a série: falta de X, de Y e de Z."}},{"id":"636a59459585","number":20,"stem":10,"statement":"No primeiro período do segundo parágrafo, o excerto “a esse segmento da sociedade” complementa o sentido do vocábulo “pertencentes”.","answer":"C","source":{"slug":"FUNPRESP_24_EXE","ano":2024},"explanation":{"verdict_reason":"'contratar pessoas pertencentes a esse segmento da sociedade': 'pertencentes' é adjetivo de regência fixa em a e não se sustenta sem o termo que o segue — quem pertence, pertence a alguma coisa. O segmento preposicionado é, portanto, complemento nominal desse adjetivo, e não adjunto de 'pessoas'. A prova é a supressão: o adjetivo fica truncado.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento nominal exigido por adjetivo de regência fixa","citation":null,"trap_note":"Adjetivo que pede preposição (pertencente a, relativo a, alheio a, capaz de, livre de, favorável a) sempre leva complemento nominal. O teste é apagar o termo e ver se o adjetivo fica incompleto."}},{"id":"2026ebabee01","number":12,"stem":11,"statement":"Os termos preposicionados “a esse período” (segundo período do primeiro parágrafo) e “de alimentos” (primeiro período do terceiro parágrafo) desempenham a mesma função sintática nas orações em que ocorrem.","answer":"C","source":{"slug":"ANTT_23","ano":2023},"explanation":{"verdict_reason":"'Referentemente a esse período' — o advérbio em -mente exige a preposição a e o termo que a segue o completa: complemento nominal de advérbio, caso previsto pela gramática ao lado do de substantivo e do de adjetivo. 'em função do clima e da oferta de alimentos' — os alimentos são aquilo que se oferece, paciente do substantivo abstrato 'oferta': também complemento nominal. Os dois exercem, portanto, a mesma função.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento nominal de advérbio","citation":null,"trap_note":"O complemento nominal completa substantivo, adjetivo ou advérbio. A hipótese do advérbio (referentemente a, diferentemente de, relativamente a) é a menos lembrada e por isso a mais explorada."}},{"id":"638113db9862","number":34,"stem":12,"statement":"Os termos preposicionados “à necessidade” (primeiro período), “na tela” (terceiro período) e “de romances” (quarto período) desempenham diferentes funções sintáticas.","answer":"C","source":{"slug":"INPI_23","ano":2023},"explanation":{"verdict_reason":"'Toda língua satisfaz à necessidade humana de comunicação': 'satisfazer' rege a preposição a e o termo é objeto indireto, complemento do verbo. 'alguma conversa na tela à sua frente': o sintagma situa a conversa e não é exigido por nenhum nome nem por nenhum verbo — é adjunto. 'da leitura/escrita de romances': os romances são aquilo que se lê e se escreve, paciente do nome, portanto complemento nominal. Três termos preposicionados, três funções distintas.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Objeto indireto × adjunto × complemento nominal","citation":null,"trap_note":"A preposição não classifica nada sozinha. Pergunte, na ordem: alguém exige este termo? foi um verbo ou um nome? e, se foi nome, o termo é agente ou paciente dele?"}},{"id":"1aab5d7cbad2","number":11,"stem":13,"statement":"No terceiro período do segundo parágrafo, a expressão “a esse fato” complementa o termo “adicional”.","answer":"E","source":{"slug":"PGE_RJ_22","ano":2022},"explanation":{"verdict_reason":"O período é 'As cartas do missionário Bonifácio conferem testemunho adicional a esse fato'. 'Conferir', no sentido de atribuir, é bitransitivo — confere-se alguma coisa a alguém ou a algo —, de modo que o termo preposicionado é exigido pelo verbo, não pelo adjetivo. 'Adicional' é apenas adjunto adnominal de 'testemunho', e um adjetivo que se limita a qualificar não abre posição de complemento.","distortion_type":"atribuicao_errada","distorted_span":"complementa o termo “adicional”","corrected_statement":"No terceiro período do segundo parágrafo, a expressão “a esse fato” complementa a forma verbal “conferem”.","concept":"Termo preposicionado exigido pelo verbo, não pelo adjetivo vizinho","citation":null,"trap_note":"Proximidade não é dependência. O termo preposicionado costuma vir logo depois de um adjetivo e ser exigido pelo verbo que está mais atrás: refaça a regência antes de aceitar o vizinho."}},{"id":"affe0d47805b","number":13,"stem":14,"statement":"Os substantivos “soluções” (quarto parágrafo) e “educação” (quarto parágrafo) estabelecem com o termo “disseminação” (quarto parágrafo) o mesmo tipo de relação sintática.","answer":"E","source":{"slug":"BANCO_DO_NORDESTE_22","ano":2022},"explanation":{"verdict_reason":"O trecho é 'a disseminação de soluções para problemas voltados a demandas de renda, trabalho, educação, conhecimento...'. 'Soluções' é o paciente de 'disseminação' e o completa: são as soluções que se disseminam. 'Educação', ao contrário, está dentro da enumeração regida por 'demandas', a três níveis de distância, e não mantém relação sintática direta com 'disseminação'.","distortion_type":"atribuicao_errada","distorted_span":"estabelecem com o termo “disseminação” (quarto parágrafo) o mesmo tipo de relação sintática","corrected_statement":"Os substantivos “soluções” (quarto parágrafo) e “educação” (quarto parágrafo) estabelecem relações sintáticas distintas: apenas o primeiro completa o termo “disseminação” (quarto parágrafo).","concept":"Dependência sintática é local: o termo depende do nome que o rege","citation":null,"trap_note":"Em sintagmas encaixados uns nos outros, cada termo depende do nome imediatamente superior, não do primeiro nome da cadeia. Desenhe os encaixes antes de comparar funções."}},{"id":"6983b32c46dd","number":13,"stem":15,"statement":"No penúltimo parágrafo, o termo “a uva” explica o que é a “estrela da festa”.","answer":"C","source":{"slug":"BANRISUL_22","ano":2022},"explanation":{"verdict_reason":"'Mais de 200 expositores apresentaram exemplares de diversas variedades da estrela da festa: a uva.' Os dois-pontos introduzem um termo que se refere ao mesmo ser designado pela expressão anterior e o identifica: é aposto. A prova é a permuta — a estrela da festa e a uva remetem ao mesmo referente e um pode substituir o outro sem prejuízo da estrutura.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Aposto introduzido por dois-pontos identifica o termo anterior","citation":null,"trap_note":"Dois-pontos, travessão e vírgula são os três portões do aposto explicativo. Se o termo que vem depois designa o mesmo ser do termo anterior, é aposto, não complemento."}},{"id":"484fb1a6eb10","number":20,"stem":16,"statement":"Os trechos “Oh, Deus, meu Deus” (primeiro parágrafo) e “Senhor” (último período do segundo parágrafo) evidenciam que o narrador dirige-se a um interlocutor específico: Deus.","answer":"C","source":{"slug":"SEDUC_AL_21","ano":2022},"explanation":{"verdict_reason":"'Oh, Deus, meu Deus' e 'Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos imploravam' trazem termos isolados por pontuação, sem função sintática dentro da oração, empregados para invocar aquele a quem o narrador se dirige. São vocativos, e os pronomes de segunda pessoa do plural que os acompanham — Vos, éreis, podíeis — confirmam que há um interlocutor determinado.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Vocativo marca o interlocutor e fica fora da estrutura da oração","citation":null,"trap_note":"Vocativo não é sujeito, não é aposto e não é complemento: é o único termo que fica fora da oração. Procure a pontuação que o isola e o interlocutor a quem ele chama."}},{"id":"d54a0ddbe7b7","number":1,"stem":17,"statement":"Assim como o termo ‘cavalheiro’ em ‘Posso ajudá-lo, cavalheiro?’ (segundo parágrafo), o termo ‘senhor’, em ‘O senhor vai dar risada quando souber’ (nono parágrafo), exerce função de vocativo no texto, dado que é empregado para chamar, de forma cordial, o interlocutor.","answer":"E","source":{"slug":"TELEBRAS_21","ano":2021},"explanation":{"verdict_reason":"Em 'Posso ajudá-lo, cavalheiro?', o termo vem isolado por vírgula, não exerce função na oração e serve para chamar o interlocutor: é vocativo. Em 'O senhor vai dar risada quando souber', o mesmo substantivo vem determinado pelo artigo, não está isolado e comanda a flexão do verbo 'vai' — é sujeito. Uma forma de tratamento só é vocativo quando está fora da estrutura da oração.","distortion_type":"troca_de_termo","distorted_span":"exerce função de vocativo no texto","corrected_statement":"Diferentemente do termo ‘cavalheiro’ em ‘Posso ajudá-lo, cavalheiro?’ (segundo parágrafo), o termo ‘senhor’, em ‘O senhor vai dar risada quando souber’ (nono parágrafo), exerce função de sujeito no texto.","concept":"Vocativo está fora da oração; sujeito comanda a flexão do verbo","citation":null,"trap_note":"Dois testes de vocativo: está isolado por pontuação e pode ser deslocado ou suprimido sem afetar a oração. Se o termo determina o verbo, é sujeito, por mais cortês que seja."}},{"id":"a18f63b7f206","number":4,"stem":18,"statement":"O trecho “grande admiradora do autor brasileiro” (primeiro parágrafo) introduz no texto uma explicação sobre Nise da Silveira.","answer":"C","source":{"slug":"SESAU_AL_21","ano":2021},"explanation":{"verdict_reason":"'da nordestina Nise da Silveira, grande admiradora do autor brasileiro': o segmento vem isolado por vírgula, refere-se ao nome próprio e acrescenta sobre ele uma informação dispensável à estrutura. É aposto explicativo — a vírgula e a possibilidade de supressão são as duas marcas. O item apenas descreve esse papel.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Aposto explicativo isolado por vírgula","citation":null,"trap_note":"Aposto explicativo vem entre vírgulas, travessões ou dois-pontos e é suprimível; aposto especificativo vem sem pontuação e é indispensável. A pontuação separa os dois tipos."}},{"id":"4fc719007cf8","number":7,"stem":19,"statement":"Em “roubando-lhe parte do ser” (quarto período do primeiro parágrafo), a forma pronominal “lhe” transmite ideia de posse, indicando que as migrações roubam parte do ser dos indivíduos.","answer":"C","source":{"slug":"IBAMA_21","ano":2021},"explanation":{"verdict_reason":"Em 'roubando-lhe parte do ser', o pronome não completa o verbo no sentido de destinatário abstrato: ele indica o possuidor daquilo que é roubado, equivalendo a parte do ser dos indivíduos. É o chamado dativo de posse, que a análise sintática trata como adjunto adnominal do substantivo 'parte'. A prova é a paráfrase com possessivo, que preserva o sentido.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Dativo de posse: lhe equivale a possessivo e é adjunto adnominal","citation":null,"trap_note":"Quando lhe puder ser trocado por dele ou seu sem alterar o sentido, ele exprime posse e funciona como adjunto adnominal, não como objeto indireto."}},{"id":"a74ff67a8e88","number":26,"stem":20,"statement":"No primeiro período do texto, o termo “da palavra” complementa o sentido do substantivo “uso”.","answer":"C","source":{"slug":"TCE_RJ_21_ANALISTA","ano":2021},"explanation":{"verdict_reason":"'O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia': 'uso' é substantivo abstrato derivado de verbo, e a palavra é aquilo que se usa — o paciente da ação contida no nome. Termo preposicionado que é paciente de um nome é complemento nominal. Se fosse o agente, como em o uso do orador, teríamos adjunto adnominal.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Paciente do nome = complemento nominal","citation":null,"trap_note":"O teste do agente e do paciente resolve quase tudo: a construção da casa (a casa é construída, complemento nominal) × a construção do pedreiro (o pedreiro constrói, adjunto adnominal). Pergunte quem pratica e quem sofre."}},{"id":"669e58c371e2","number":18,"stem":21,"statement":"Os termos “da contribuição de brancos, negros e índios” (R.4) e “de escravos” (R.20) desempenham a mesma função sintática nos períodos em que ocorrem.","answer":"E","source":{"slug":"PGM_RR_19_PROCURADOR","ano":2019},"explanation":{"verdict_reason":"'O Brasil celebra a mistura da contribuição de brancos, negros e índios': o termo preposicionado depende do substantivo abstrato 'mistura' e nomeia aquilo que é misturado — complemento nominal. Já em 'pois se tratava de escravos', quem exige a preposição é o verbo: 'tratar-se de' é impessoal e transitivo indireto, de modo que o termo é complemento verbal. Um completa nome, o outro completa verbo; as funções não são a mesma.","distortion_type":"troca_de_termo","distorted_span":"desempenham a mesma função sintática","corrected_statement":"Os termos “da contribuição de brancos, negros e índios” (R.4) e “de escravos” (R.20) desempenham funções sintáticas distintas nos períodos em que ocorrem: o primeiro completa um substantivo, e o segundo, um verbo.","concept":"Complemento nominal × complemento verbal de tratar-se de","citation":null,"trap_note":"Dois termos com a mesma preposição podem ter funções diferentes. Ache de quem cada um depende: o vizinho imediato à esquerda é nome ou é verbo?"}},{"id":"a31a8534a68a","number":11,"stem":22,"statement":"Os termos “a crimes contra o público” (ℓ. 11 e 12) e “de queixas” (ℓ.14) complementam, respectivamente, os termos “relativos” e “investigações”. Às vezes é ela quem diz Qual a paz que eu não quero As grades do condomínio São para trazer proteção Se é você que está nessa prisão Me abrace e me dê um beijo Mas não me deixe sentar Na poltrona no dia de domingo. (...)","answer":"C","source":{"slug":"PC_SE_18_DELEGADO","ano":2018},"explanation":{"verdict_reason":"'procedimentos relativos a crimes contra o público vulnerável': 'relativos' é adjetivo de regência fixa em a, e sem o termo preposicionado fica sem sentido — o segmento é o seu complemento. 'fazem investigações de queixas': as queixas são aquilo que se investiga, paciente do substantivo abstrato 'investigações'. Em ambos, o termo preposicionado completa o nome que o item indica.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento nominal de adjetivo (relativo a) e de substantivo abstrato","citation":null,"trap_note":"Substantivo abstrato derivado de verbo (investigação, disseminação, construção, formação) leva complemento nominal quando o termo preposicionado é o paciente da ação que o nome encerra."}},{"id":"e5b404602e2a","number":5,"stem":23,"statement":"Caso se alterasse a ordem dos termos em “o iconoclasta Oscar Wilde” (R.12) para o Oscar Wilde iconoclasta, haveria mudança do significado original do texto, mas as funções sintáticas de “Oscar Wilde” e de “iconoclasta” permaneceriam inalteradas.","answer":"E","source":{"slug":"ANVISA_16","ano":2016},"explanation":{"verdict_reason":"Em 'o iconoclasta Oscar Wilde' o artigo determina 'iconoclasta', que é o núcleo do sintagma, e 'Oscar Wilde' é o aposto especificativo que o identifica. Invertida a ordem para 'o Oscar Wilde iconoclasta', o núcleo passa a ser o nome próprio e 'iconoclasta' passa a caracterizá-lo como adjunto adnominal. Os dois termos trocam de função, e é precisamente isso que o item nega.","distortion_type":"inversao","distorted_span":"as funções sintáticas de “Oscar Wilde” e de “iconoclasta” permaneceriam inalteradas","corrected_statement":"Caso se alterasse a ordem dos termos em “o iconoclasta Oscar Wilde” (R.12) para o Oscar Wilde iconoclasta, haveria mudança do significado original do texto, e as funções sintáticas de “Oscar Wilde” e de “iconoclasta” seriam invertidas.","concept":"A ordem decide quem é núcleo e quem é modificador","citation":null,"trap_note":"Quem leva o determinante é o núcleo. Em o iconoclasta Oscar Wilde, o núcleo é o nome comum e o próprio é aposto; inverter a ordem inverte as duas funções, nunca as conserva."}},{"id":"146e1d9ff380","number":15,"stem":24,"statement":"Nos termos “livres de impurezas tóxicas” (R. 10 e 11) e “risco da disseminação descontrolada” (R.20), verifica-se paralelismo de funções sintáticas entre “de impurezas” e “da disseminação” e entre “tóxicas” e “descontrolada”.","answer":"C","source":{"slug":"ANVISA_16","ano":2016},"explanation":{"verdict_reason":"Em 'livres de impurezas tóxicas', 'de impurezas' completa o adjetivo 'livres', que sozinho não significa; em 'risco da disseminação descontrolada', 'da disseminação' completa o substantivo abstrato 'risco', e a disseminação é o conteúdo do risco, não quem o pratica. Os dois são complementos nominais. E 'tóxicas' e 'descontrolada' são adjetivos pospostos que restringem, respectivamente, 'impurezas' e 'disseminação': dois adjuntos adnominais. O paralelismo se confirma nos dois pares.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento nominal preposicionado × adjunto adnominal adjetivo","citation":null,"trap_note":"Adjetivo ao lado de um nome é sempre adjunto adnominal; a disputa complemento nominal × adjunto adnominal só existe quando o termo vem preposicionado. Separe os dois planos antes de julgar."}},{"id":"b49960fa1eac","number":10,"stem":25,"statement":"O termo “à recuperação do meio ambiente” (R. 12 e 13) desempenha a função de complemento verbal na oração em que ocorre.","answer":"C","source":{"slug":"TJDFT_15_SERVIDOR","ano":2015},"explanation":{"verdict_reason":"O trecho é 'visando à preservação e à recuperação do meio ambiente'. Quem exige o termo preposicionado não é um nome, é o verbo: 'visar', no sentido de ter por objetivo, é transitivo indireto e rege a preposição a — daí, inclusive, o acento grave. Termo exigido por verbo é complemento verbal, isto é, objeto indireto, e não complemento nominal.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento verbal × complemento nominal: quem exige é verbo ou nome","citation":null,"trap_note":"Antes de discutir agente ou paciente, pergunte de quem o termo preposicionado depende. Se depende de verbo, é objeto indireto e a discussão complemento nominal × adjunto adnominal nem começa."}},{"id":"9510e0327599","number":17,"stem":26,"statement":"Na linha 2, o termo “como o ouro e o cobre” expressa uma informação que torna mais preciso o significado de “materiais preciosos” (R.1).","answer":"C","source":{"slug":"TJDFT_15_SERVIDOR","ano":2015},"explanation":{"verdict_reason":"'A natureza é capaz de produzir materiais preciosos, como o ouro e o cobre' — o segmento introduzido por 'como' não acrescenta uma circunstância nem qualifica: ele nomeia dois representantes do conjunto anterior e restringe a sua extensão. É aposto enumerativo, e a marca é a possibilidade de suprimi-lo sem quebrar a oração, embora com perda de precisão. Exatamente o que o item descreve.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Aposto enumerativo especifica o termo anterior","citation":null,"trap_note":"Aposto explica ou especifica um nome e é sempre substituível por ele; adjunto adnominal e complemento nominal não substituem o nome, dependem dele. Teste a permuta antes de escolher o rótulo."}},{"id":"815c9c8db606","number":18,"stem":26,"statement":"A oração “de produzir materiais preciosos” (R.1) e o termo “de ENERGIA ELÉTRICA” (R.2) desempenham a mesma função sintática no período.","answer":"C","source":{"slug":"TJDFT_15_SERVIDOR","ano":2015},"explanation":{"verdict_reason":"'capaz de produzir materiais preciosos': quem exige o complemento é o adjetivo 'capaz', que sem ele fica incompleto — a oração preposicionada é completiva nominal. 'condutor de ENERGIA ELÉTRICA': o substantivo abstrato 'condutor' pede igualmente um complemento, e a energia é aquilo que é conduzido, isto é, o paciente. Adjetivo e substantivo são ambos nomes, de modo que os dois termos exercem a mesma função: complemento nominal.","distortion_type":"correto","distorted_span":null,"corrected_statement":null,"concept":"Complemento nominal completa nome, seja substantivo, adjetivo ou advérbio","citation":null,"trap_note":"Complemento nominal não é privilégio de substantivo. Adjetivo (capaz de, alheio a, relativo a, pertencente a) e advérbio (diferentemente de, referentemente a) também exigem complemento, e o item costuma explorar essa ampliação."}}]}