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ITIL 4: SVS, 7 princípios, 4 dimensões, cadeia de valor, 34 práticas
Quase todo item aqui é pergunta de continência — o que está dentro do SVS, de qual dos três grupos é a prática, o que é dimensão e o que não é. E a ITIL nunca é rígida.
Média100 itens no tópico
A ideia que organiza o assunto
A ITIL 4 não é uma lista de processos a decorar. É uma caixa dentro de outra, e quase todo item da prova pergunta em qual das caixas mora um termo.
Do lado de fora ficam as quatro dimensões do gerenciamento de serviços: organizações e pessoas, informações e tecnologia, parceiros e fornecedores, fluxos de valor e processos. Elas não são etapas nem processos — são perspectivas, quatro ângulos pelos quais se olha qualquer coisa que a organização faça. Aplicam-se ao sistema inteiro e a cada prática, e são interdependentes: negligenciar uma degrada o todo.
Do lado de dentro fica o sistema de valor de serviço (SVS): o modelo que descreve como todos os componentes e atividades da organização funcionam em conjunto para habilitar a criação de valor. Entra oportunidade e demanda, sai valor. Dentro dele, cinco componentes — princípios orientadores, governança, cadeia de valor de serviço, práticas e melhoria contínua — e, no centro, a cadeia de valor de serviço, com suas seis atividades.
Guardada essa hierarquia — dimensões por fora, SVS por dentro, cadeia de valor no centro, práticas como um dos componentes —, a maioria dos itens se resolve sem saber mais nada. A banca pergunta continência: a cadeia de valor contém o SVS? (não, é o contrário); gestão financeira é uma das quatro dimensões? (não, é prática); habilitar mudança faz parte do SVS? (sim, porque é prática, e práticas são componente do SVS).
O segundo eixo é ainda mais barato. A ITIL é um conjunto de boas práticas a ser adotado e adaptado. Nenhuma organização se certifica em ITIL; nada nela é de cumprimento obrigatório e uniforme. Toda vez que um item disser que algo na ITIL é rígido, sequencial obrigatório, idêntico em qualquer organização ou exclusivo de TI, ele está errado — e isso, medido sobre os 100 itens do tópico, decide um em cada quatro itens Errados, sem derrubar nenhum Certo.
Por que se usa (e o que custa)
Ganha-se vocabulário comum e rastreabilidade. Quando incidente, problema, erro conhecido, requisição e mudança significam a mesma coisa para a central de serviço, para o time de infraestrutura e para o contrato com o fornecedor, é possível medir, auditar e cobrar nível de serviço. É por isso que a ITIL entra em edital de órgão público: ela dá a linguagem em que o contrato é escrito.
Paga-se em ritual. Uma adoção mal calibrada transforma a prática de habilitação de mudanças em comitê semanal que atrasa correção de uma linha, e a gestão de configuração em um banco de dados desatualizado que ninguém consulta. A ITIL descreve o que convém fazer e o propósito de cada prática; ela não diz como implementar, e é justamente aí que as organizações se perdem.
A ITIL 4, publicada em 2019, existe para reduzir esse custo: abandonou o ciclo de vida rígido da v3, trocou processos por práticas, colocou a cocriação de valor no centro e passou a conviver explicitamente com ágil, DevOps e Lean, em vez de competir com eles.
Como funciona
As quatro dimensões. Organizações e pessoas (estrutura, papéis, cultura, competências); informações e tecnologia (a informação que o serviço usa e produz e a tecnologia que o suporta); parceiros e fornecedores (contratos, terceirização, integração com o ecossistema); fluxos de valor e processos (como as partes trabalham de forma integrada para criar valor). Em torno delas agem os fatores externos, políticos, econômicos, sociais, tecnológicos, legais e ambientais, que a organização não controla.
O SVS. Entrada: oportunidade e demanda. Saída: valor. Cinco componentes:
- princípios orientadores — sete recomendações que valem para qualquer iniciativa, em qualquer circunstância;
- governança — como a organização é dirigida e controlada;
- cadeia de valor de serviço — o modelo operacional, o elemento central;
- práticas — trinta e quatro conjuntos de recursos organizacionais;
- melhoria contínua — que reaparece, além de componente, como prática geral.
A cadeia de valor de serviço tem seis atividades: planejar, melhorar, engajar, desenhar e fazer a transição, obter/construir e entregar e suportar. Elas não formam uma linha. Combinam-se em fluxos de valor diferentes para cada cenário — um fluxo para uma demanda nova, outro para restaurar um serviço caído —, podendo ser repetidas, omitidas ou percorridas em ordens distintas. Engajar e melhorar aparecem em praticamente todos os fluxos.
As práticas dividem-se em três grupos, e o tamanho de cada um é a pista mais útil: 14 práticas gerais de gerenciamento (entre elas melhoria contínua, gerenciamento de riscos, segurança da informação, fornecedor, portfólio, projeto, arquitetura, financeira, estratégia, conhecimento, medição e relatórios), 17 práticas de gerenciamento de serviço (central de serviço, incidentes, problemas, habilitação de mudanças, requisições, nível de serviço, disponibilidade, capacidade e desempenho, continuidade, configuração, ativos, catálogo, monitoramento e eventos, validação e teste, liberação, desenho de serviço, análise de negócios) e apenas 3 práticas de gerenciamento técnico: implantação, infraestrutura e plataforma, e desenvolvimento e gerenciamento de software.
A herança da v3 continua caindo, em doze dos cem itens — cerca de um em cada oito. É o vocabulário da versão 3: os cinco livros do núcleo, que são também os cinco estágios do ciclo de vida — Estratégia, Desenho, Transição, Operação e Melhoria Contínua do Serviço —, mais os pares utilidade × garantia e incidente × problema × erro conhecido. Reconhecer a versão pelo vocabulário é o primeiro movimento: se o item fala em estágio, ciclo de vida ou processo, é v3; se fala em SVS, cadeia de valor, dimensão ou prática, é 4.
O que decide os itens
A hierarquia — a pergunta que mais se repete:
| contém | é contido |
|---|---|
| SVS | princípios, governança, cadeia de valor, práticas, melhoria contínua |
| cadeia de valor de serviço | as seis atividades |
| fluxo de valor | combinação das atividades da cadeia de valor |
| quatro dimensões | aplicam-se a todo o SVS — não estão dentro dele |
Qualquer seta invertida derruba o item: a cadeia de valor não contém o SVS, e o elemento central do SVS não é a governança, é a cadeia de valor.
As listas fechadas — conferir membro a membro resolve:
| lista | membros |
|---|---|
| 4 dimensões | organizações e pessoas; informações e tecnologia; parceiros e fornecedores; fluxos de valor e processos |
| 5 componentes do SVS | princípios orientadores; governança; cadeia de valor de serviço; práticas; melhoria contínua |
| 6 atividades da cadeia de valor | planejar; melhorar; engajar; desenhar e fazer a transição; obter/construir; entregar e suportar |
| 3 práticas técnicas | implantação; infraestrutura e plataforma; desenvolvimento e gerenciamento de software |
| 7 princípios orientadores | foco no valor; comece onde você está; progrida iterativamente com feedback; colabore e promova visibilidade; pense e trabalhe holisticamente; mantenha simples e prático; otimize e automatize |
Os princípios caem pelo conteúdo, não pelo nome, e por isso não basta reconhecê-los numa lista. Os três que a banca já inverteu: mantenha simples e prático — use o número mínimo de etapas e elimine o que não produz valor; otimize e automatize — a tecnologia assume a escala e o trabalho repetitivo, as pessoas ficam com o julgamento e a decisão complexa; e a orientação geral de adotar e adaptar — a boa prática se ajusta ao contexto da organização, nunca o contrário.
Intrusos preferidos da banca nas quatro dimensões: gestão financeira, governança, segurança. Todos existem na ITIL — como prática ou como componente do SVS —, nenhum é dimensão.
Pares que a banca troca:
| o que é | o que não é | |
|---|---|---|
| utilidade | adequação ao propósito: o que o serviço faz, atende à necessidade | não é disponibilidade |
| garantia | adequação ao uso: disponibilidade, capacidade, continuidade, segurança | não é funcionalidade |
| incidente | interrupção não planejada ou queda de qualidade | não é a causa |
| problema | causa, ou causa potencial, de um ou mais incidentes | não é o efeito sentido |
| erro conhecido | problema com causa raiz documentada e contorno identificado | não é um incidente |
| dimensão | perspectiva aplicável a todo o SVS | não é etapa, processo nem prática |
| prática | conjunto de recursos para executar trabalho | não é dimensão |
| COBIT | governança: o que deve ser feito e quem responde | não é gerenciamento de serviço |
| ITIL | gerenciamento de serviços: como entregar e sustentar | não é exclusivamente governança |
Serviço e valor — as duas definições que rendem item literal. Serviço é o meio de entregar valor facilitando os resultados que o cliente quer alcançar sem que ele assuma a propriedade de custos e riscos específicos — quem os assume é o provedor. Valor é a percepção de benefícios, utilidade e importância; é percebido pela parte interessada e cocriado com ela, nunca determinado sozinho pelo provedor nem reduzido a dinheiro.
Duas expressões, dois sentidos de cadeia de valor. A cadeia de valor de serviço da ITIL 4 é o elemento central do SVS, com seis atividades. A cadeia de valor da modelagem de processos de negócio é a notação de alto nível, de fluxo horizontal simples e contínuo, que separa atividades primárias de apoio — ótima para a visão de conjunto e fraca para o detalhe, razão pela qual exige BPMN ou EPC para a decomposição. Os itens misturam as duas no mesmo tópico; leia o enunciado antes de julgar.
Números que caem
| número | o que é |
|---|---|
| 4 | dimensões do gerenciamento de serviços |
| 5 | componentes do SVS |
| 6 | atividades da cadeia de valor de serviço |
| 7 | princípios orientadores |
| 34 | práticas da ITIL 4 — 14 gerais, 17 de serviço, 3 técnicas |
| 5 | publicações do núcleo e estágios do ciclo de vida da ITIL v3 |
| 7 | passos do processo de melhoria da MCS (v3) |
| 2019 | ano de publicação da ITIL 4 |
| 6 | princípios do sistema de governança do COBIT 2019 |
| 5 | domínios do COBIT 2019 — EDM (governança) + APO, BAI, DSS, MEA (gestão) |
Como a CEBRASPE derruba você aqui
Medido sobre os 100 itens do tópico, todos explicados: 51 Certos e 49 Errados. Nos 49 Errados: troca de termo 15 (31%), inversão 15 (31%), atribuição errada 12 (24%), generalização 5 (10%), número errado 1 e relação causal 1.
Trocar um membro dentro de uma lista fechada — 15 itens, e a frase em volta fica perfeita. A banca não altera a definição: ela substitui um nome. “O elemento central é a governança” (é a cadeia de valor de serviço); “Os princípios orientadores e os processos configuram uma dimensão” (a dimensão é fluxos de valor e processos; princípios são componente do SVS); “a prática de aplicar um modelo único integrado” listada entre os componentes do SVS (não existe, e contraria o espírito do SVS); “dimensões políticas, econômicas, sociais e legais” (isso é PESTLE, fator externo, não dimensão); uma lista de “dimensões” que na verdade são os estágios da v3 — “planejamento e estratégia do serviço; desenho e construção do serviço; entrega e suporte de serviços; monitoramento e melhoria contínua”; “talento e força de trabalho” como “prática de gerenciamento técnico” (é geral — as técnicas são só três). A defesa é mecânica e vale treinar como reflexo: recite a lista verdadeira de cor antes de ler a lista do item, e confira membro a membro. É o movimento que decide mais itens do que qualquer outro neste tópico, contando Certos e Errados.
Inversão — 15 itens — e a família mais rentável dela é uma só: “a ITIL 4 não tem prática para isso”. Quatro itens dizem exatamente isso, e os quatro são Errados: “não há, no ITIL, prática específica a respeito de desenvolvimento e gerenciamento de software”; “a ITIL 4 também não possui prática que garanta a uma organização a compreensão e o tratamento eficaz dos riscos”; “Não há prática na ITIL v4 diretamente afeta ao gerenciamento de segurança da informação”; “A ITIL 4 é baseada em princípios ágeis, logo não há prática específica para análise do negócio”. São trinta e quatro práticas, e as quatro negadas existem todas. Item que nega a existência de uma prática está errado — essa é a regra mais barata do tópico. O resto das inversões vira a seta ou o par de cabeça para baixo: “a cadeia de valor de serviço é composta por práticas e pelo sistema de valores de serviço (SVS)” (é o SVS que contém a cadeia); “a garantia, que está afeta à capacidade de atender as necessidades dos clientes” (isso é utilidade); “atribuindo-lhes a propriedade dos custos e riscos específicos” e “sendo imprescindível que eles gerenciem custos e riscos”, ditos do cliente — quem os assume é o provedor; “Outcome é o resultado direto e tangível de um serviço” (isso é output); o COBIT descrito como “voltado para o gerenciamento de serviços de TI”; e as quatro dimensões que “são independentes entre si”.
Atribuição errada — 12 itens: a descrição está impecável e só o enquadramento foi trocado. “A gestão financeira” apresentada entre as quatro dimensões (é prática geral); “gerenciamento de infraestrutura e de plataforma” apresentado fora das três técnicas; o propósito do gerenciamento de liberação dado ao gerenciamento de projetos; “o gerenciamento da arquitetura” recebendo o propósito de capacidade e desempenho; “engajar pessoas, capacitá-las e motivá-las” como a atividade engajar da cadeia de valor — que é engajar as partes interessadas; a melhoria contínua como “responsabilidade direta da alta gestão” quando é de todos; “O design de serviços ITIL provê direcionamento para entregar e suportar” (entregar e suportar é atividade da cadeia, não prática de projeto); e, em vocabulário v3, “cabe à gerência de incidentes” o que é da central de serviços (função × processo) e o gerenciamento de capacidade posto “no estágio de operação” quando é do Desenho. Leia a definição, nomeie você mesmo o elemento e só então confira o rótulo oferecido.
Enrijecer a ITIL — 5 itens, mas é a família mais previsível, e a medição dá uma regra dura. “são rígidos e devem ser seguidos sem adaptações”; “independentemente do tamanho da empresa, a gestão dos serviços de TI deve ser a mesma”; “basear-se somente na entrega de valor para os clientes”; “focando exclusivamente em processos de TI”; “o componente central e estático, cujas seis atividades devem ser executadas obrigatoriamente em uma sequência linear e predefinida”. A regra: nenhum dos 51 itens Certos do tópico contém um absoluto restritivo; doze dos 49 Errados contêm. Ao ver somente, exclusivamente, obrigatoriamente, rígido, independentemente, imprescindível, não há ou sem adaptações, o item já está sob suspeita — e o contrário também é medido: os itens que ampliam a flexibilidade da biblioteca (“suporta abordagens diferentes de trabalho como ágil, DevOps e Lean”, “pode ser adaptada para gerenciar serviços em organizações de qualquer porte”) são todos Certos.
Os sete princípios orientadores caem — mas nunca pelo nome. A palavra princípios só aparece nos itens como membro da lista de componentes do SVS; apesar disso, três itens cobram o conteúdo de um princípio sem nomeá-lo, e a distorção é sempre a inversão da recomendação: “recomenda-se… que se utilize o máximo de etapas necessárias para a sua conclusão e que se elimine qualquer processo, serviço ou procedimento que produza valor ou resultado útil” — o princípio mantenha simples e prático diz o contrário nas duas metades; “Os recursos humanos devem ser usados para… assumir tarefas frequentes e repetitivas, enquanto que as tecnologias devem ser usadas para tomadas de decisão” — otimize e automatize inverte exatamente esses dois papéis; e “as organizações ajustem seu contexto às boas práticas ITIL” — é o oposto de adote-e-adapte. Não estude os sete só pelos nomes: saiba o que cada um recomenda, porque é o conteúdo, e invertido, que aparece na prova.
Número quase não decide item aqui: 1 dos 49 errados — e nem é da ITIL, é a cadeia de valor de Porter descrita com “sete atividades primárias” (são cinco primárias e quatro de apoio). A tabela de números desta nota serve para conferir listas, não porque a banca altere quantidades.
A herança da v3 continua caindo, em cerca de um item em cada oito. Doze dos cem usam vocabulário da versão 3 — os cinco livros e estágios do ciclo de vida, funções (central de serviços, gerenciamento técnico, gerenciamento de aplicativos), utilidade × garantia, incidente × problema × erro conhecido, os sete passos da MCS, o portfólio com funil e serviços obsoletos. O primeiro movimento é reconhecer a versão pelo vocabulário, e o gabarito segue o conteúdo, não o rótulo do enunciado.
Oito dos cem itens não são de ITIL. Quatro são de COBIT 2019 (os seis princípios do sistema de governança, o domínio EDM contra APO/BAI/DSS/MEA, o propósito do MEA01, a oposição governar × gerenciar), dois de gerenciamento de projetos no vocabulário do PMBOK (termo de abertura, sistema de entrega de valor), um da cadeia de valor de Porter e um dos princípios do Lean. Não são desvio de tema: os cadernos os colocam no mesmo bloco, e a distorção preferida continua sendo a mesma — trocar um membro da lista.
Erros clássicos
- Achar que a cadeia de valor contém o SVS. É o inverso: o SVS contém a cadeia de valor, as práticas, os princípios, a governança e a melhoria contínua.
- Dar o centro do SVS à governança. O elemento central é a cadeia de valor de serviço. Governança é apenas um dos cinco componentes.
- Tratar as quatro dimensões como etapas. São perspectivas simultâneas e interdependentes, aplicáveis a todo o SVS e a cada prática.
- Aceitar um quinto membro nas dimensões. Gestão financeira, segurança e governança existem na ITIL, mas como prática ou componente — nunca como dimensão.
- Executar as seis atividades em fila. Elas se combinam em fluxos de valor distintos; não há sequência obrigatória.
- Confundir utilidade com garantia. Utilidade é o que o serviço faz; garantia é quão bem ele é entregue. Valor só existe com as duas.
- Chamar erro conhecido de incidente. Erro conhecido é problema com causa raiz documentada e solução de contorno.
- Transferir custos e riscos ao cliente na definição de serviço. Quem os assume é o provedor.
- Reduzir valor a dinheiro. Valor é percepção de benefício, cocriada com a parte interessada.
- Inverter COBIT e ITIL. COBIT governa e separa governança de gestão; ITIL gerencia serviços. E EDM é o único domínio de governança do COBIT 2019 — nenhum objetivo operacional pertence a ele.
- Misturar as listas dos dois modelos. “Informação e tecnologia” e “parceiros e fornecedores” são dimensões da ITIL 4 e não têm lugar em lista alguma do COBIT.
- Ler “ITIL v4” no enunciado e esperar só conteúdo da 4. Um item em cada oito usa vocabulário da v3 — estágios, processos, funções — e o gabarito segue o conteúdo, não o rótulo.
- Decorar os sete princípios só pelos nomes. Eles nunca são cobrados pelo nome, e sim pelo conteúdo invertido: mínimo de etapas (não máximo), automatizar o repetitivo e reservar a decisão às pessoas (não o contrário), adaptar a prática ao contexto (não o contexto à prática).
- Aceitar que “a ITIL 4 não possui prática para X”. São 34 práticas; desenvolvimento de software, riscos, segurança da informação e análise de negócios estão todas lá.
LidoPraticado